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Ibovespa cai com cautela sobre fiscal, ata do Copom e IPCA

Redação Recifes
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Ibovespa cai com cautela sobre fiscal, ata do Copom e IPCA

Ibovespa cai com cautela sobre fiscal, ata do Copom e IPCA. Índice recua nesta terça-feira (11) em meio à leitura da inflação de julho, da ata do Banco Central e a sinais de saída de capital da B3.

O que aconteceu

O Ibovespa operava em baixa nesta terça-feira (11), pressionado por ações de primeira linha, em um pregão marcado pela leitura da ata do Comitê de Política Monetária (Copom), pelo resultado do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de julho e por cautela com o cenário externo e doméstico.

O movimento também ocorre em meio a sinais de saída de capital estrangeiro da B3.

Após abrir a sessão em 172.180,01 pontos, o índice chegou a subir 0,12%, na máxima de 172.385,51 pontos.

Por que importa

Os números em evidência (0,12%, 0,95%, 1,07%, 14%, 0,07%) ajudam a medir o impacto no dia a dia de empresas e leitores de Agro.

Consequência prática

Na sequência, passou a cair e atingiu mínima de 170.551,26 pontos, com recuo de 0,95%.

Mais tarde, a baixa chegou a 1,07%, aos 170.342,58 pontos.

No cenário doméstico, os investidores repercutiram a ata do Copom e o IPCA de julho.

Na semana passada, o Banco Central reduziu a taxa Selic em 0,25 ponto porcentual, para 14% ao ano.

O Ibovespa operava em baixa nesta terça-feira (11), pressionado por ações de primeira linha, em um pregão marcado pela leitura da ata do Comitê de Política Monetária (Copom), pelo resultado do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de julho e por cautela com o cenário externo e doméstico. Com base em 0,12%, o movimento reforça a leitura de que decisões em Agro precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.

O movimento também ocorre em meio a sinais de saída de capital estrangeiro da B3. Com base em 0,12%, o movimento reforça a leitura de que decisões em Agro precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.

Após abrir a sessão em 172.180,01 pontos, o índice chegou a subir 0,12%, na máxima de 172.385,51 pontos. Com base em 0,12%, o movimento reforça a leitura de que decisões em Agro precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.

Na sequência, passou a cair e atingiu mínima de 170.551,26 pontos, com recuo de 0,95%. Com base em 0,12%, o movimento reforça a leitura de que decisões em Agro precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.

Mais tarde, a baixa chegou a 1,07%, aos 170.342,58 pontos. Com base em 0,12%, o movimento reforça a leitura de que decisões em Agro precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.

No cenário doméstico, os investidores repercutiram a ata do Copom e o IPCA de julho. Com base em 0,12%, o movimento reforça a leitura de que decisões em Agro precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.

Artigo originalmente publicado em www.canalrural.com.br
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